quarta-feira, 3 de agosto de 2016
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terça-feira, 24 de maio de 2016
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
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terça-feira, 17 de maio de 2016
VIII Administração Regional - Tijuca: Procon Carioca realiza mutirão online de renegocia...
VIII Administração Regional - Tijuca: Procon Carioca realiza mutirão online de renegocia...: O Procon Carioca realiza, a partir de desta segunda-feira (16/05) até o dia 30 de maio, um mutirão online de renegociação de dívidas, pe...
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segunda-feira, 16 de maio de 2016
Como o afastamento da Presidente influencia o Mercado Imobiliário
Como o afastamento da presidente influencia o mercado imobiliário
12 May 2016
SóCorretor
O plenário do
Senado Federal aprovou o afastamento da presidente Dilma Rousseff por 55
votos a favor e 22 contra. Após o aval, a presidente ficará afastada
durante 180 dias até o julgamento final pelo Senado. Como política e
economia sempre andam lado a lado é importante ressaltar a atual
situação do País. O Brasil está mergulhado em uma das piores recessões
de sua história. A crise política afetou diretamente na economia
brasileira, que sente os efeitos da instabilidade do País, como o
aumento do número de desempregados e estabelecimentos fechados.
Diante desse cenário, é interessante mostrar como o mercado deve agir
com todas essas mudanças que estão ocorrendo. A cada fase do processo
de impeachment, o mercado se influenciava. Toda vez que o governo atual
ganhava força, os investidores recuavam, assim como qualquer
enfraquecimento do Planalto, a confiança na economia aumentava. Com o
mercado imobiliário não é diferente.
Com o afastamento da presidente é importante ressaltar alguns pontos que influenciam o mercado imobiliário.Resgate da confiança
Uma das maneiras para melhorar o mercado é resgatar a confiança. Esta
que estava abalada com uma economia frágil que não dava boas
expectativas para os investidores. Como falamos anteriormente, o mercado
sempre reagiu bem com a ideia de impeachment e por isso, com o
afastamento da presidente do executivo, as expectativas são de melhora
na economia e consequentemente no mercado imobiliário.
Dólar caindo
Com os investidores mais otimistas, a tendência é que o dólar caia e a
bolsa suba. Isso foi visto durante todo esse primeiro semestre no país.
Desde que o processo de impeachment estava sendo cotado para a câmara
dos deputados, o dólar já ameaçava uma queda e com a votação favorável
isso se concretizou. Agora, com o afastamento, a expectativa é que
continue caindo.
Juros em queda
Seguindo a premissa de otimismo dos investidores e assim valorização
no mercado, os juros tendem a cair. Isso faz com que o mercado
imobiliário se valorize, já que a tendência é de que as pessoas tenham
maior facilidade para comprar devido ao crédito ampliado. Claro que tudo
isso com muita cautela, pois a insegurança ainda existe com o governo
interino.
A inflação
Outra tendência bastante importante para esse momento político e
econômico nacional é que a inflação fique mais segura. Com isso os
possíveis investidores imobiliários, afetados diretamente por qualquer
decisão do impeachment, estejam mais confiantes para fazerem negócios no
setor.
VIII Administração Regional - Tijuca: Chafariz da Tijuca recebe serviços de limpeza
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VIII Administração Regional - Tijuca: Jogos Rio 2016 terão passaporte cultural com gratu...
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quarta-feira, 11 de maio de 2016
Evento: Even Day - Imóveis nos Melhores Bairros do RJ
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
VIII Administração Regional - Tijuca: Passaporte dará a cariocas e turistas gratuidade e...
VIII Administração Regional - Tijuca: Passaporte dará a cariocas e turistas gratuidade e...: Autor: Helena Soares/Fotos: Eduardo Rocha A Prefeitura do Rio e o Instituto Brasileiro de Museus (...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
VIII Administração Regional - Tijuca: NATAL TIJUCANO
VIII Administração Regional - Tijuca: NATAL TIJUCANO: LOCAL: Praça Saens Peña HORÁRIO: a partir das 18 horas
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
VIII Administração Regional - Tijuca: Planejamento de Segurança e Mobilidade para o perí...
VIII Administração Regional - Tijuca: Planejamento de Segurança e Mobilidade para o perí...: Reunião com a Associação Comercial e Industrial da Tijuca, Conselho Comunitário de Segurança, SEOP, CET-Rio, Subprefeitura da Grande Tijuca...
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Oportunidades Imobiliários - Simone Roselin
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Quer ganhar um dinheiro extra? Alugue seu imóvel por temporada
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Viajantes e donos de imóveis de veraneio tem vantagens na hora de alugar uma propriedade
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
Não existe bolha imobiliária e setor ganhará força após a Copa, diz Ricardo Amorim
Por João Sandrini |16h52 | 25-06-2014
(SÃO PAULO) – O economista Ricardo Amorim, apresentador do programa “Manhattan Connection” da GloboNews, acredita que as pessoas que estão esperando pelo estouro de uma possível bolha imobiliária para comprar uma residência por um preço mais atrativo estão adotando uma estratégia equivocada.
Durante o evento de lançamento da parceria entre a Bloomberg e o InfoMoney em São Paulo,
Amorim disse que o setor imobiliário – e os preços dos imóveis – tendem a ganhar força após a Copa, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda. Leia a seguir os principais trechos da palestra realizada no escritório da Bloomberg, em São Paulo:
Durante o evento de lançamento da parceria entre a Bloomberg e o InfoMoney em São Paulo,
Amorim disse que o setor imobiliário – e os preços dos imóveis – tendem a ganhar força após a Copa, já que muita gente que está adiando a decisão de compra por causa desse tipo de temor terá de rever essa posição, o que vai reforçar ainda mais a demanda. Leia a seguir os principais trechos da palestra realizada no escritório da Bloomberg, em São Paulo:
IMÓVEIS
Temos a sensação de que há uma bolha imobiliária no Brasil porque os preços subiram quatro ou cinco vezes desde o início da década passada. Mas não dá para comparar os preços atuais com os antigos porque antes não havia crédito. Naquela época, só comprava imóvel quem tinha dinheiro para pagar à vista – ou seja, pouca gente. Mas agora há condições de financiamento bem mais favoráveis. Quando comparamos os preços brasileiros com os internacionais, a gente percebe que não há uma grande distorção. Comparei o preço dos imóveis com a renda da população e constatei que um brasileiro precisa gastar 13 anos de salário para comprar uma casa atualmente. Em uma lista com 123 países, o Brasil aparece apenas na 48ª posição nesse quesito. Outro forte indicador de que não há bolha imobiliária é que estudei quase 100 casos e percebi que nunca houve um estouro de bolha em um país onde o crédito imobiliário representasse menos de 50% do PIB. No Brasil, não chega nem a 10% do PIB. Há três anos que muita gente fala que a bolha imobiliária vai estourar depois da Copa. Então há uma enorme quantidade de brasileiros que está segurando a compra, pensando em aproveitar a queda dos preços quando ela ocorrer. Mas isso não vai acontecer. Depois da Copa vai ter a demanda natural de quem é comprador e vai ter a demanda de quem esperou o estouro de bolha que não veio. Então acho que o mercado imobiliário vai, na verdade, ganhar força depois da Copa – e isso não está na conta de ninguém.
Temos a sensação de que há uma bolha imobiliária no Brasil porque os preços subiram quatro ou cinco vezes desde o início da década passada. Mas não dá para comparar os preços atuais com os antigos porque antes não havia crédito. Naquela época, só comprava imóvel quem tinha dinheiro para pagar à vista – ou seja, pouca gente. Mas agora há condições de financiamento bem mais favoráveis. Quando comparamos os preços brasileiros com os internacionais, a gente percebe que não há uma grande distorção. Comparei o preço dos imóveis com a renda da população e constatei que um brasileiro precisa gastar 13 anos de salário para comprar uma casa atualmente. Em uma lista com 123 países, o Brasil aparece apenas na 48ª posição nesse quesito. Outro forte indicador de que não há bolha imobiliária é que estudei quase 100 casos e percebi que nunca houve um estouro de bolha em um país onde o crédito imobiliário representasse menos de 50% do PIB. No Brasil, não chega nem a 10% do PIB. Há três anos que muita gente fala que a bolha imobiliária vai estourar depois da Copa. Então há uma enorme quantidade de brasileiros que está segurando a compra, pensando em aproveitar a queda dos preços quando ela ocorrer. Mas isso não vai acontecer. Depois da Copa vai ter a demanda natural de quem é comprador e vai ter a demanda de quem esperou o estouro de bolha que não veio. Então acho que o mercado imobiliário vai, na verdade, ganhar força depois da Copa – e isso não está na conta de ninguém.
MAIS ESTRANGEIROS
Vamos ver cada vez mais estrangeiros trabalhando no Brasil. Já temos visto o aumento até mesmo do número de imigrantes trabalhando ilegalmente no Brasil. Pode parecer que não faz sentido um gringo acordar um belo dia e chegar à conclusão que a solução para seus problemas é trabalhar no Brasil. Mas o país criou 18 milhões de empregos formais nos últimos 10 anos. É muito mais do que os Estados Unidos criaram no período. Na Grécia, 85% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm emprego. Na Itália e na Espanha, esses indicadores também são altíssimos. São pessoas que ganham menos que a gente e que estão mais bem preparados que nós. Então haverá um grande fluxo não apenas de trabalhadores mas também de empresas e produtos para o Brasil.
Vamos ver cada vez mais estrangeiros trabalhando no Brasil. Já temos visto o aumento até mesmo do número de imigrantes trabalhando ilegalmente no Brasil. Pode parecer que não faz sentido um gringo acordar um belo dia e chegar à conclusão que a solução para seus problemas é trabalhar no Brasil. Mas o país criou 18 milhões de empregos formais nos últimos 10 anos. É muito mais do que os Estados Unidos criaram no período. Na Grécia, 85% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm emprego. Na Itália e na Espanha, esses indicadores também são altíssimos. São pessoas que ganham menos que a gente e que estão mais bem preparados que nós. Então haverá um grande fluxo não apenas de trabalhadores mas também de empresas e produtos para o Brasil.
Fonte: InfoMoney
quinta-feira, 8 de maio de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
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