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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tecnologia: Vitrine eletrônica vira realidade com telas transparentes de LCD

Vitrine eletrônica vira realidade com telas transparentes de LCD

Tecnologia apresenta o futuro das vitrines
Foto: Divulgação
Para incrementar as lojas e conseguir chamar a atenção dos consumidores, uma empresa paulista lançou um tipo de vitrine eletrônica composta por uma linha de telas transparentes de LCD que permite que se veja através delas. A tecnologia possibilita a transmissão de informações que podem complementar ou destacar os produtos expostos.
“Uma marca pode colocar no fundo da tela um sapato e usar conteúdo virtual para sugerir várias combinações com roupas e acessórios”, exemplifica Ronald Peach Jr., presidente da Droid, empresa responsável pelo produto. Segundo ele, as telas também podem ser utilizadas em geladeiras de bares e restaurantes. Peach Jr. afirma que tem apresentado a ideia para fabricantes de bebidas e sorvetes junto com a Metalfrio, fabricante de refrigeradores e freezers.
Também estão no alvo as grandes cadeias de varejo do país. “Em 2013 é provável que a tecnologia comece a pipocar nas lojas”, estima o executivo. Lançadas em agosto, por enquanto, as vitrines eletrônicas têm sido utilizadas em eventos por empresas como a Bunge, que adotou a chamada Crystal Screen para promover itens na área de soja e trigo. Em outubro, as vitrines digitais também poderão ser vistas no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, onde serão utilizadas para promover uma marca de autopeças.
Importadas
As telas utilizadas pela Droid na elaboração das vitrines são importadas dos Estados Unidos. Peach Jr. não revela qual é o fornecedor, mas afirma que há apenas quatro empresas no mundo que fabricam este tipo de equipamento.
Fonte: GS&MD

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Educação: Veja os dez erros mais comuns de quem faz EAD

Veja os dez erros mais comuns de quem faz EAD

Criado em 24/09/2012


Fazer um curso a distância não é mais fácil e nem exige menos dedicação do que um curso presencial. Após a matrícula a distância, muitos alunos acabam perdendo o controle sobre seu tempo e deixam de ter motivação.
“Um dos grandes desafios do estudante do EAD é trabalhar com seu planejamento individual sem ter aquela supervisão que vemos em aulas presenciais”, diz a pro-reitora de EAD da Unopar (Universidade Norte do Paraná), Elisa Maria de Assis.
Confira os dez erros mais comuns de quem estuda a distância:
1. Não estar preparado para o EAD
Pergunte-se se o modelo de ensino serve para você. Cursos EAD bem organizados trabalham com várias “ferramentas”, como videoaulas, leituras extracurriculares, apostilas e discussões online.
2. Escolher o curso errado
Verifique o conteúdo das aulas e a forma como ele é apresentado antes de fazer sua matrícula. Algumas escolas são deficitárias nas ferramentas de interação e no material didático online. Informe-se com antecedência para não se arrepender depois.
Além disso, verifique se a graduação ou a pós a distância é reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação) para que tenha validade em território nacional após o término do curso. Nas demais modalidades, como de atualização profissional ou aulas de idiomas, por exemplo, essa checagem é dispensada.
3. Falta de equipamento
Para cursos online, o mínimo necessário é uma conexão rápida de internet, uma webcam para eventuais discussões em grupo e uma impressora. Isso poupará tempo caso o aluno tenha que imprimir textos extracurriculares.

4. Falta de organização
Estabeleça o número de horas que tem disponível para se dedicar sistematicamente aos estudos. Não esqueça que sua agenda muda de uma semana para outra. Nesse caso, faça replanejamentos regulares.
5. Perder o foco
Reserve um local apropriado para os estudos e fique bem longe do que pode atrapalhar sua atenção, como celulares e aparelhos de TV. Evite comer ou beber e, ao mesmo tempo, estudar na frente do computador. Se bater uma fome, faça uma pausa pequena e retome depois os estudos.
6. Deixar tudo para a última hora
Não deixe tudo para a última hora. Distribua o estudo ao longo da semana. Estudar horas seguidas é cansativo e compromete o aprendizado. Além disso, podem ocorrer imprevistos.
7. Falta motivação
Grupos jovens são mais familiarizados com as interações virtuais do que os mais velhos, que precisam aprender a se relacionar com os professores e alunos com pouco ou nenhum contato físico. Os tutores podem dar suporte ao aluno quando ele precisar ou um outro colega do mesmo curso pode ser um “ombro amigo” nessas horas de desânimo.
8. Não participar de aulas e discussões
Nas aulas presenciais tradicionais, o aluno pode até se esconder atrás de um colega na hora de fazer perguntas ao professor, mas nas virtuais ele precisa ter participação ativa para esclarecer algum ponto do material de estudo que não ficou claro. Lembre-se: o tutor não sabe o que você domina ou não da matéria.
9. Tentar enganar o professor
Os professores acompanham os alunos de longe, mas com o tempo sabem a maneira como escrevem e se expressam. Por isso, não tente enganá-los. Plágios são totalmente condenáveis, e hoje a internet se tornou um meio fácil para copiar indevidamente trabalhos produzidos por outras pessoas. Se for citar algum deles, inclua a fonte.
10. Não rever o material de estudo
Fazer todas as atividades propostas pelo curso a distância não significa que realmente se absorveu o conteúdo delas. Uma das vantagens do EAD é o material de estudo estar disponível para revisões constantes. Releia sempre que sentir que não domina o tema com segurança.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Marketing Digital: Meios digitais serão segunda maior mídia em faturamento publicitário

Meios digitais serão segunda maior mídia em faturamento publicitário

17 de setembro de 2012 · 10h07
 
Uma estimativa do instituto de pesquisa ZenithOptimedia prevê que os meios digitais deverão ser a maior mídia em faturamento publicitário este ano, perdendo apenas para a televisão.
 
Já uma pesquisa da Magnaglobal aponta que o investimento publicitário mundial nos meios online deve crescer 11,2% em 2012. Número menor que o registrado em 2011: 16,9%.
 
Os estudos integram o "Livro de Tendências da Mídia Global Digital 2012", publicado pela Word Newsmedia Network (WNMN), associação sem fins lucrativos com sede nos EUA e Reino Unido.
 
"Finalmente, internet, celulares e, logo, tablets vão desfrutar de um aumento nos gastos publicitários proporcional ao vasto uso que se faz deles", afirma Martha Stone, executiva da WNMN.
 
Com base nos últimos três anos, os dados também apontam que o uso de computadores de mesa está diminuindo, porém, o de tablets está crescendo. Nos EUA, por exemplo, a penetração dos aparelhos como iPad e Samsung Galaxy Tab deve alcançar 19% este ano, ante 10% em 2011.
 
"O aumento do uso de tablets, leitores digitais [e-readers] e celulares tem inspirado editores e anunciantes a repensar suas estratégias editoriais e de marketing", diz o estudo da WNMN.
 
O levantamento também mostra quais empresas mais faturam com propaganda on-line nos EUA. O Google lidera com US$ 12,7 bilhões. A disparidade do 2º e do 3º colocado em relação ao gigante das buscas chama a atenção. O vice-líder Yahoo faturou US$ 3,5 bilhões, já a rede de Mark Zuckerberg, apenas US$ 2,2 bilhões.
 
Veja o infográfico:
 
Arte e informações: Folha de S. Paulo